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Redação do site

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A Medalha Comemorativa do Jubileu - 75 Anos da ANF foi instituída visando reconhecer a contribuição e excelência do saber das ciências farmacêuticas, outorgada ao nosso Conselheiro João Samuel de Morais Meira 

O CRF-PB em parceria com CFF convocou os coordenadores de todos os cursos de Farmácia no Estado para discutir assuntos relacionados a Farmácia magistral com o membro da comissão de Farmácia magistral do CFF e a comissão de farmácia magistral do CRF-PB.

1O Conselho Regional de Farmácia da Paraíba, em parceria com Conselho Federal de Farmácia, realizou palestra hoje na sede do CRF-PB, direcionado ao setor magistral.

O palestrante Marco Antonio Fiachestti, membro do grupo de trabalho de farmácia magistral do conselho federal de farmácia. A palestra enfatizou a importância do setor magistral, alem de mencionar o potencial para crescimento neste setor, já que os pacientes procuram cada vez mais a personalização do tratamento.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) está recebendo sugestões, por meio de consulta pública, para finalizar o texto do Guia de Prática Clínica: sinais e sintomas não específicos - Febre, até o dia 31 de julho. A publicação será voltada aos farmacêuticos, trazendo orientações quanto aos procedimentos que deverão ser adotados por estes profissionais, no atendimento aos pacientes com problemas de saúde autolimitados relacionados ao tema proposto.

Guia de Prática Clínica: sinais e sintomas não específicos - Febre é o terceiro de uma série de nove livros produzidos por meio do Profar – Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde, do Conselho Federal de Farmácia, que tem como objetivo contribuir para a disseminação de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades para a provisão de serviços farmacêuticos. "Essa coleção tem o apoio da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)", destaca a coordenadora do ProFar, Josélia Frade.

Este terceiro guia, sobre Febre, contempla método de busca da evidência; acolhimento da demanda; anamnese farmacêutica; alertas de encaminhamento; plano de cuidado; orientações ao paciente; avaliação dos resultados e algoritmo de decisão. É importante ressaltar que estamos colocando em consulta pública apenas o conteúdo. “Após a compilação de todas as contribuições, o texto ainda receberá a formatação mais adequada ao fim a que se destina, que é ser um material de suporte ao farmacêutico no exercício diário do atendimento ao paciente”, assinala o presidente do CFF, Walter Jorge João. “Esperamos a contribuição de todos!”

O CFF conta com a colaboração de todos os farmacêuticos, sociedades e associações profissionais, outras entidades e instituições de saúde para o aprimoramento deste documento. Seguem, anexas, orientações para o envio de contribuições.

ANEXO

Clique aqui e acesse o documento “Guia de Prática Clínica: sinais e sintomas não específicos - Febre”.

Orientações para o envio de contribuições:

- Para encaminhamento de contribuições, solicita-se o preenchimento do formulário eletrônico disponível no link:

Formulário eletrônico de contribuições para Consulta Pública/CFF nº 02/2017.


Para o preenchimento do formulário observe as instruções abaixo:

- Preencha todos os campos do formulário eletrônico e envie suas contribuições e opiniões até o dia 31/07/2017.

- As contribuições recebidas fora do prazo ou que não forem enviadas neste formulário não serão consideradas.

- A insuficiência ou imprecisão das informações contidas neste formulário poderão dificultar a sua utilização pelo CFF.

- As contribuições poderão ser enviadas individualmente ou em grupo.

- Qualquer dúvida quanto ao preenchimento do formulário eletrônico poderá ser enviada por e-mail aos endereços eletrônicos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Disponibiliza-se, ainda, o telefone (61) 3878-8751, da Assessoria Técnica do CFF.

Obrigado pela sua participação!

Fonte: Comunicação do CFF

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) já definiu quais serão os primeiros municípios contemplados pelo projeto Cuidado Farmacêutico no Sistema Único de Saúde (SUS). Nove polos foram selecionados para participar da capacitação, que prevê a implantação do cuidado farmacêutico em unidades básicas de saúde pública (ver lista abaixo). Nesta primeira etapa serão capacitados 487 profissionais.

Devido ao fato de o projeto envolver a estruturação de serviço e ser de capacitação em trabalho, foram considerados na classificação dos municípios, critérios relacionados à organização e à estruturação da Assistência Farmacêutica em cada localidade. Contaram pontos a existência de organograma da AF e da farmácia; o acesso à internet e a existência de sistema informatizado de gestão.

Outros critérios para a pontuação foram a adoção de Procedimentos Operacionais Padrão (POP); as condições de armazenamento dos medicamentos e correlatos; a disponibilidade de consultórios ou espaço similar para atendimento individualizado ao paciente; a regularidade (inscrição no CRF e no CNES); a existência de uma Relação Municipal de Medicamentos (Remume) e a inserção da Assistência Farmacêutica nos instrumentos de gestão (Plano Municipal de Saúde e Relatório Anual de Gestão).

Este projeto de capacitação em trabalho foi elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre saúde pública/CFF, sob a coordenação geral do vice-presidente do CFF, Valmir de Santi, que são os responsáveis pela condução de todo o projeto. Os cursos começarão em agosto, abrangendo três etapas. “A primeira será a de elaboração de indicadores e diagnóstico situacional por meio da assessoria do Grupo de Trabalho (GT) sobre Saúde Pública/CFF, com o objetivo de verificar a atual situação dos municípios contemplados”, explica Valmir de Santi. As outras etapas serão a formação presencial e a avaliação de resultados e tutoria do projeto.

Informa o Vice Presidente, Dr. Valmir de Santi, que a capacitação terá carga horária total de 80 horas, distribuídas em 5 módulos presenciais de 16 horas, a cada 15 dias. Durante o processo de capacitação, membros do GT sobre Saúde Pública/CFF farão o acompanhamento e prestarão assessoria para a construção e aprovação de protocolos clínicos de cuidado e das legislações pertinentes. Já durante a capacitação, os alunos terão o acompanhamento de tutor a distância (on-line), durante um período de 6 meses. Os instrutores e tutores do curso serão profissionais ligados à área de gestão da assistência farmacêutica e ao processo de cuidado farmacêutico para a implantação do serviço.

Outro ponto importante é que todos os polos de implantação dos cursos receberão apoio da equipe técnica do CFF na área da Legislação para que possam criar Portarias e outras Legislações que possam legalizar toda a ação dos colegas farmacêuticos no município para o exercício das práticas clínicas e de prescrição farmacêutica onde for o caso.

Para o presidente do CFF, Dr. Walter Jorge João, com a realização desse projeto, o CFF estará apoiando diretamente em seu ponto de atuação, todos os farmacêuticos que tenham condições de implantar a atividade clínica em seu município e a prescrição farmacêutica. Ao mesmo tempo, o CFF terá condições de acompanhar o desenvolvimento da assistência farmacêutica nos municípios brasileiros, oferecendo todo o apoio necessário. “Para o CFF, o custo-benefício é muito interessante. E para o farmacêutico, essa capacitação representa uma chance de participar de um projeto desburocratizado, intermediado pelo CRF da sua região, que lhe permitirá implantar o cuidado farmacêutico em seu município”, salienta. O presidente do CFF destaca que o contato direto com o paciente faz, do farmacêutico, um profissional da saúde muito mais útil. “Muitos farmacêuticos que atuam no SUS sentem-se subutilizados em funções administrativas”, observa o presidente.

Dr. Valmir informa que atualmente 10 municípios foram selecionados para a primeira fase, estando alguns outros praticamente prontos para serem acrescidos a essa lista, estando apenas no aguardo de algumas documentações. Ao mesmo tempo , informa também que as inscrições ao projeto Cuidado Farmacêutico no Sistema Único de Saúde (SUS) continuam abertas e os interessados devem formar grupos de 40 a 50 farmacêuticos pertencentes a um ou mais municípios para formalizar sua inscrição. São pré-requisitos obrigatórios, ter vínculo formal com a rede pública e apresentar comprovante de inscrição no curso “Prescrição Farmacêutica no Manejo de Problemas de Saúde Autolimitados”, oferecido por meio da plataforma on-line do Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar). O curso está disponível gratuitamente no endereço profar-cff.org.br, até 15 de agosto. A anuência do secretário municipal de saúde, assumindo o compromisso de liberação dos farmacêuticos para as atividades de formação presencial e com a implantação do projeto também são obrigatórias.

Confira o regulamento do projeto (clique aqui).
Caso atenda aos critérios, preencha o formulário de inscrição.

Resultado do primeiro processo seletivo

 

Fonte: Comunicação do CFF

 

Em sua 460ª Reunião Plenária, nesta quinta-feira, dia 27 de julho, em Brasília, o Plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou alterações nas resoluções de números 581 e 582, ambas de 2013. A primeira norma institui o título de especialista profissional farmacêutico, sem caráter acadêmico, dispondo sobre os procedimentos e critérios necessários para a sua certificação e registro. A segunda dispõe sobre a regulamentação dos cursos livres para a especialização profissional farmacêutica, sem caráter acadêmico, a serem reconhecidos pelo CFF.

No caso da Resolução/CFF nº 581/13, além da inserção de uma menção à Nota Técnica nº 386/2013, da Coordenação Geral de Legislação e Normas de Regulação e Supervisão da Educação Superior, do Ministério da Educação, foram alterados os artigos 2º e 14. Com as mudanças, fica mais claro para as instituições de ensino, para a sociedade e para o próprio farmacêutico, o caráter do título de especialista profissional. Os pré-requisitos para obtê-lo continuam os mesmos: concurso de título ou realização de cursos livres. Quanto à Resolução/CFF nº 582/13, apenas o Anexo II, que trata do modelo de certificado de conclusão dos cursos livres, sofreu alterações.

Para o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, as alterações contribuirão para dirimir qualquer dúvida em relação ao caráter da qualificação conferida por meio do título de especialista profissional. As regras mais claras favorecem às entidades que têm interesse em realizar cursos livres ou concursos de títulos e também aos farmacêuticos que desejam participar destes. “Os títulos de especialista profissional visam a atender exclusivamente ao mercado. As normativas do conselho, agora mais precisas, preencherão uma lacuna na formação do farmacêutico, cuja atuação profissional se amplia a cada dia, atingindo atualmente 8 ocupações e mais de 130 especialidades, conforme previsto na Classificação Brasileira de Ocupações.”

As resoluções alteradas serão publicadas em breve. 

Fonte: Comunicação do CFF

 

Ao abordar sobre a importância de o paciente buscar o tratamento adequado caso contraia uma doença sexualmente transmissível, o médico consultor do programa se esqueceu de que o paciente sempre está melhor assistido quando pode contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar de saúde, com cada profissional, em sua área, fazendo o seu papel. Os médicos são importantes, mas, nem de longe, são capazes de atuar de forma isolada. Nenhum profissional da saúde o é.

O médico consultor também se esqueceu de que as farmácias, pela sua capilaridade, são o primeiro lugar que o paciente busca, especialmente considerando a enorme dificuldade de acesso aos tratamentos, ainda mais na rede pública, única opção da maioria dos brasileiros.

Como profissional da saúde que é, atuando em estabelecimentos de saúde – sim, embora o Dr. Caio Rosenthal demonstre não saber que as farmácias não são mais apenas meros pontos comerciais, sendo classificadas por lei como unidades de assistência à saúde –, o farmacêutico têm uma enorme contribuição a prestar.

O farmacêutico tem um papel fundamental na orientação desse paciente sobre a doença; no seu encaminhamento a um serviço de saúde para o devido diagnóstico, e no acompanhamento do tratamento, para que haja a necessária adesão e que os medicamentos sejam seguros e eficazes.

Apenas para citar um exemplo, os farmacêuticos da rede pública do Rio de Janeiro têm atuado no acompanhamento de gestantes com sífilis, para evitar o abandono de tratamento e assegurar que tanto as pacientes quanto seus parceiros recebam todas as doses dos medicamentos prescritos.

Importante lembrar, ainda, que por trás do diagnóstico laboratorial, muitas vezes, está o farmacêutico analista clínico.

Por último, o Sistema CFF/CRFs vem a público alertar a TV Globo a respeito da importância de colocar profissionais devidamente preparados para abordar assuntos relacionados a medicamentos, suas reações adversas interações indesejáveis, para que não corra o risco de confundir o público leigo.

O Sistema CFF/CRFs já encaminhou esta nota à Rede Globo e à produção do programa Bem Estar, e aguarda a retratação do médico. Além disso, informa que as providências cabíveis no caso já estão sendo adotadas junto ao Conselho Federal de Medicina e ao Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

O CFF e os CRFs se colocam à disposição para indicar farmacêuticos que possam contribuir com os veículos de imprensa em sua missão de bem informar.

A revista Infarma - Ciências Farmacêuticas acaba de publicar o suplemento 2, do volume 29, edição 2017. Esta é a continuação dos resumos do conteúdo abordado no XII Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa; V Simpósio de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no Sistema Público de Saúde; Congresso Internacional de Fitoterapia; I Congresso Brasileiro de Farmácia Estética e I Simpósio Farmacêutico de Nutracêuticos, ocorridos em novembro de 2016.

Convidamos os leitores a navegar no sumário da revista e acessar as publicações nas áreas de Farmácia Estética e de Nutracêuticos e Suplementos Alimentares. Os mais de 60 artigos abordam temas como "Associação de Alta Frequência, Led Azul e Cosmético no Tratamento da Acne Facial", "Linha Capilar Amazônica - Fixação da Cor, Produzida a Partir do Óleo de Buriti e Manteiga de Cupuaçu", Suplementação Antioxidante Promove Redução do Dano Muscular", "Efeito da Suplementação de Ômega 3 nos Marcadores Periféricos Bioquímicos de Pessoas Idosas em Treinamento Interativo com Exergames" e "Análise Hidroeletrolítica da Suplementação Antioxidante em Ciclistas".

 

Já está disponível no site da Comissão Nacional de Classificação (Concla), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a atualização da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) para que o sistema de busca de atividade econômica (Pesquisa CNAE) contemple os consultórios farmacêuticos e os serviços prestados por farmacêuticos clínicos.

 

Esses exames devem ser realizados por laboratórios de análises clínicas, que possuam autorização dos órgãos de vigilância sanitária bem como a responsabilidade de profissionais habilitados, cumprido a legislação vigente. Tem sido veiculadas diversas notícias sobre testes rápidos laboratoriais, onde as mesmas infringe a legislação vigente.

Então o fabricante informa que por meio de um dispositivo é realizada a digitalização da amostra de sangue e as informações são enviadas para uma central, que faz as análises e envia o resultado ao local onde ocorreu a coleta do material do paciente. Afirma que essa coleta pode ser realizada, por exemplo, por profissionais de saúde em clínicas e consultórios. Será? claro que não. Vejam só, essa gente passa por cima da Lei, e certamente o paciente que passa mal, pois a  atividade laboratorial deve observar a legislação sanitária vigente, em especial as Resoluções da Anvisa RDC nº302/05, RDC nº50/02 e RDC nº306/04, Tivemos o cuidado de citar a Lei aqui, anexado as resoluções.

Assim deve ser assegurada a confiabilidade dos serviços prestados, por meio de, no mínimo, controle interno da qualidade e controle externo da qualidade (ensaios de proficiência). Os programas de Controle Interno da Qualidade (CIQ) e Controle Externo da Qualidade (CEQ) devem ser documentados contemplando, lista de analitos; forma de controle e frequência de utilização; limites e critérios de aceitabilidade para os resultados dos controles; avaliação e registro dos resultados dos controles.

O Conselho Regional de Farmácia do Estado da Paraíba, entende que a segurança dos diagnósticos esta diretamente relacionada a saúde do paciente, e neste caso em particular, alertamos as autoridades competentes, este é nosso papel, para que, sejam observadas as Leis vingentes e certamente tomada providencias legais cabíveis.

 

 

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